O Senhor se agrada dos que o temem, dos que esperam no seu amor
leal. [Sl 147:11]
Charles Spurgeon disse que “o ato da oração nos ensina sobre nossa
indignidade, e é uma lição muito saudável para seres tão orgulhosos como nós.
Se Deus nos concedesse favores sem nos constranger a orar por eles, nunca
saberíamos quão pobres somos; mas a verdadeira oração é um catálogo de
necessidades, uma revelação da pobreza oculta. Ainda que seja uma petição
dirigida às riquezas divinas, é uma confissão do vazio humano”.
Se não podemos acrescentar um só dia em nossa existência, porquê
não confiar naquele que é o autor da vida para que nossa velhice seja farta de
dias? Se não posso determinar como será o dia de amanhã, porquê não entregar
meu futuro nas mãos daquele que dirige a história desde a fundação do mundo?
Quando penso no vazio das minhas mãos, na incerteza das minhas
forças e na indecisão dos meus caminhos, sou levado a confiar naquele que se
alegra em se manifestar como pai bondoso que ama e guarda seus filhos.
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