Mostrando postagens com marcador moralidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moralidade. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de abril de 2020

CELEBRAÇÃO À FAMÍLIA

Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam. (Sl 127:1)

No mês de maio as igrejas celebram o mês da família, pois ela é a instituição de Deus que indica a saúde espiritual da sociedade. Uma sociedade em que há famílias que se orientam segundo o padrão e caminho estabelecidos por Deus, é uma sociedade solidária, que exerce o amor ao próximo e é capaz de banir a indiferença com o sofrimento alheio, estabelecer a justiça social e promover a paz.

Por outro lado, quando Deus não faz parte da família, e os princípios Divinos são esquecidos e o temor a Deus é abandonado, o reino do lar é entregue ao príncipe das trevas, e então predomina a discórdia, intriga, egoísmo, brigas, violência, agressões físicas e morais, além das traições e adultérios que culminam com o esfacelamento da família. Separa-se a família em busca da felicidade, sem saber que o propósito de Deus é unir e edificar a família em paz.

Quando a família é regida segundo os padrões do reino de Deus, o governo que se estabelece é com base no princípio do amor e então os problemas são resolvidos, um a um, aplicando a humildade, respeito e serviço mútuo, crescendo a  disposição para renunciar o egoísmo e oferecer o perdão, abrindo o caminho para harmonia, paz, alegria e felicidade.

A harmonia no lar é um elemento que requer uma responsabilidade conjunta  da família, a qual deverá cultivar o hábito de buscar a direção e orientação de Deus não só nos momentos de dificuldades, mas diariamente, para que o temor do Senhor prevaleça na casa.

A palavra de Deus tem vários conselhos e princípios para serem aplicados à família, portanto leia a Bíblia, em especial as cartas de Paulo aos Efésios, aos Colossenses, a primeira carta de Pedro e o livro de Provérbios. Coloque na presença de Deus a sua disposição em edificar uma família segundo os padrões de Deus. Peça a Ele sabedoria e ação do Espírito Santo para restaurar o amor dentro do seu lar.
Pr André Schröder. 

terça-feira, 7 de abril de 2020

DISCERNINDO PERIGOS OCULTOS

Como pode o jovem ter uma vida limpa e pura? (Sl 119:9)

No início da minha carreira militar, aprendi a pilotar embarcações em rios e lagos. Logo aprendi que existem pedras, paus e bancos de areias que estão submersos e que podem danificar a embarcação e até mesmo fazer o barco naufragar. Para navegar nestas condições é preciso estar atento ao reflexo do sol ou da lua na superfície do rio ou lago, pois o reflexo amplia a percepção do movimento da água e permite identificar o perigo submerso e ignorar esse sinal é colocar a embarcação em risco e porque não dizer a sua própria vida.
Ao indagar como poderá ter uma vida pura, sem as manchas do pecado, de imediato o salmista, dirigindo-se a Deus, responde que será “vigiando os seus passos conforme a tua palavra” (Sl 119:9). No versículo 105 ele também diz que a palavra de Deus “é uma lâmpada que ilumina o caminho” e que ela “ajuda a não tropeçar!”
Mesmo que o perigo esteja oculto, a palavra de Deus pode nos dar sabedoria para discernir o perigo ou a mera aparência de perigo, mas para isso você precisa ser um navegador que conheça o caminho do cristão neste mundo e também seja capaz de discernir a luz Divina lançada sobre esse caminho. Somente assim você será capaz de perceber as artimanhas e as armadilhas deixadas por satanás ao longo do seu caminhar diário.
Um cristão imaturo, sem conhecimento da Palavra de Deus será como um navegante inexperiente que colocará em risco a sua própria vida.
Dedique-se ao conhecimento da palavra de Deus, “então você seguirá o seu caminho em segurança, e não tropeçará“ (Pv 3:23)

Pr André Schroder

segunda-feira, 6 de abril de 2020

FAÇA O BEM, PRATIQUE A JUSTIÇA


Confia no Senhor e faça o bem; (Salmos 37:3a)

O homem é egoísta por natureza e deve lutar contra seu egoísmo para não prejudicar as outras pessoas. Por isso somos educados a domar nosso egoísmo com as normas de convivência social, mas mesmo assim o egoísmo tende a se  manifestar nas situações mais corriqueiras da vida. Basta observar o comportamento de algumas  pessoas no trânsito ou em uma fila de atendimento que verá o egoísmo aflorando.
A manifestação do egoísmo humano alcança níveis inconcebíveis para a sociedade e chega a se concretiza com a morte de um ser humano ou a destruição da natureza apenas para garantir seu próprio bem estar. Muitos até chamam isso de luta pela sobrevivência, mas não passa de luta pelo egoísmo.
O apóstolo Pedro disse que Jesus de Nazaré, andou fazendo o bem (At 10:38). Cada passo de Jesus foi dado para exemplo à humanidade. Seus discursos de amor ao próximo não foram palavras vazias, mas foram confirmadas com a sua vida, dando a Ele autoridade para mudar a lei de Deus e estabelecer um novo padrão para o amor, passando de amar ao próximo como a ti mesmo para “amar uns aos outros; como eu vos amei a vós” (Jo 13:34).
Em Cristo não houve egoísmo, mas houve entrega de vida por amor àqueles que o crucificaram, assim como àqueles que hoje desprezam seus ensinamento.
Olhando para o exemplo de Jesus Cristo, deixemos de lado todo egoísmo e a cada dia exercitemos as boas obras. Que as nossas decisões sejam sempre pensando no bem do próximo. Quando alguém lhe pedir ajuda não tenha dúvida entre ajuda-lo ou ir para seu descanso. Confie no Senhor e faça o bem ao seu próximo.
Faça o bem sem esperar recompensas humanas, mas saiba que a Palavra de Deus traz como promessa que aquele que confia no Senhor e faz o bem, habitara na terra e se alimentará em segurança,  pois o Senhor ama quem pratica a justiça, e não abandonará os seus fiéis. (Sl 37:3, 28).
Confie no Senhor. Creia em suas promessas.
Pr André Schroder

domingo, 11 de julho de 2010

Como ser "apaixonado" por Deus?


Nutrir paixão por Deus Pai, Filho e Espírito Santo, é, em razão da simpatia, afeição e amor inicial, nutrir um desejo de proximidade constante do Deus Trino, de modo que seja suscitado, diuturnamente, o desejo de conhecimento do caráter, dos sentimentos e das ações, de tal modo que leve a um desejo de identidade [tornar-se igual], a fim de dedicar-se e praticar o que agrada a Deus, de modo tão intenso que crie um sentimento de dependência.
Portanto, a verdadeira paixão por Deus é capaz de produzir a “sede por Deus” e a mortificação do eu, para que, como Paulo, possamos dizer: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”.
Ó Deus, tu és o meu Deus; ansiosamente te busco. A minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito [...]” Salmo 63:1