Trata este teu
servo de acordo com o teu amor e ensina-me os teus mandamentos. Sl 119:124
Imagine
se você comprasse uma roupa branca e ao examiná-la notasse uma mancha escura
estampada à frente. Certamente você recusaria essa roupa porque não passaria
pelo seu controle de qualidade.
Assim
é o homem, tal qual uma roupa branca manchada pelo pecado. Entretanto, quando
Deus fez o homem, o fez à sua imagem e semelhança, santo, sem pecado,
completamente limpo, porém a desobediência manchou a pureza humana e essa
mancha, que é o pecado, tornou o homem desqualificado mediante o alto padrão de
qualidade determinado pela santidade Divina.
Ao
mergulhar neste mundo, distante de Deus, tudo o que o homem pode fazer pelos
seus méritos é completamente inútil para tirar a mancha do pecado, antes todo
esforço humano torna essa roupa representativa opaca, com mais mancha e menos
qualificada.
Sabendo
que o homem não poderia se purificar por si só, Deus mandou Cristo Jesus para
morrer pelos pecados da humanidade, pois somente o sangue de um justo poderia pagar
pela injustiça da desobediência e assim tirar a nefasta mancha pecaminosa impregnada
na natureza humana.
É
por isso que Cristo Jesus é o único caminho para a salvação (Jo 14:6), pois o
único meio de tirar a mancha do pecado é o derramamento de sangue de um justo e
o único justo achado sobre a face da terra foi o Filho de Deus. Este preço tão
alto, a morte do Justo, revela o quanto o pecado agride a santidade de Deus e o
quanto Ele ama aqueles que foram criados à sua imagem e semelhança, pois Ele
entregou o único justo, seu filho, para morrer no lugar da humanidade
apodrecida e desqualificada pelo pecado.
Quando
entendemos que homem algum passa no controle de qualidade de Deus, compreendemos
que o homem não merece as bênçãos do Santíssimo. Porém, Deus não nos trata segundo
os nossos méritos, mas Ele nos trata segundo a sua misericórdia e seu amor. Nisto
conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; (1Jo 3:16).
Glorifique
seu salvador ouvindo e andando nos caminhos de Deus.
Pr André
Schroder
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