Levantar-me-ei,
e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
Lc 15:18
Certa
vez, Jesus contou uma parábola que ficou conhecida como a “parábola do filho
pródigo”, mas que deveria se chamar “a parábola do pai amoroso”.
Conta-se
daquele rapaz que pediu sua herança antecipada e depois de haver gasto todo o dinheiro,
em meio à fome, reconheceu seu erro; decidiu voltar à casa do pai, pedir perdão
e assim esperava ser acolhido como um empregado, tendo garantia do alimento que
lhe faltava. Jesus prossegue contando que o jovem foi recebido com grande festa
porque seu pai lhe amava muito, lhe perdoou e lhe restaurou a posição de filho.
Esta
é a representação da história do homem e do Pai Celestial que ama seus filhos e
perdoa seus pecados confessados. Entretanto, são incontáveis aqueles que
permanecem longe do Deus Pai e passam por privações que poderiam ser
abundantemente supridas na casa paterna. Quantos sofrimentos, aflições,
angústias, medos, desesperanças e temores poderiam ser aniquilados se você estivesse
abrigado no esconderijo do Altíssimo, na sombra do Onipotente (Sl 91:1). Em
Deus há descanso, mas o caminho do pecado é inicialmente sedutor e prazeroso,
mas seu fim é amargo, pois escraviza, afasta o homem de Deus e tira a alegria
das bênçãos celestiais.
Jesus
disse “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos
aliviarei” (Mt
11:28). Lembre-se do primeiro amor, da
alegria da salvação, da satisfação em cantar louvores a um Deus que enche seus
filhos de paz, segurança e tranquilidade. Levante-se e diga “irei ter com o meu
pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti”, encha-me do Teu
Espírito, dê-me descanso, pois “o meu
espírito se alegra em Deus meu Salvador” (Lc 1:47; Ef 5:18).
Pr
André Schroder
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