Assim, para que tal paradigma social seja rompido, é necessária a prática de uma teologia pastoral que propugne pela justiça e igualdade social, pautada pelo amor Divino, o que equivale dizer que a Teologia Prática se torna mais “urgente”. Porém, a Teologia que é urgente torna-se remota ante a lógica humana que é induzida pelo egoísmo e individualismo, pois torna cada vez mais distante uma prática pastoral que vá ao encontro dos anseios dos excluídos e injustiçados pelo sistema para que se reestabeleça a coesão social.
Em suma, “a Teologia Prática como caminho torna-se ao mesmo tempo mais urgente e mais remota” é o reflexo do dualismo humano já prenunciado por Paulo: “porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rom. 7:19).
André Luiz Gomes Schröder
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